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Publicado em 2010-08-19 12:45:13

Crusoe Foods chega ao Brasil com intenção de conquistar 5% do mercado de pescados

Ana Beatriz Chacur

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Destaque   (Wladimir de Souza)

Distribuir para todo o Brasil e alcançar em dois anos 5% de um mercado que hoje representa aproximadamente 70 mil toneladas de sardinha e 16 mil toneladas de atum. Este é o objetivo do grupo espanhol Jealsa, que há mais de 50 anos produz e comercializa pescados e mariscos e chega agora ao Brasil com o nome Crusoe Foods.

Há aproximadamente 10 anos a Jealsa começou a se expandir para outros países e este ano está entrando no Brasil e Estados Unidos - dois mercados gigantes.

Para entrar nos Estados Unidos fez uma parceria com uma empresa chamada Sugar Foods, uma empresa americana que detém 90% do mercado dentro da linha de ingredientes para salada.

Nos países que a Jealsa estiver, fará a comercialização e distribuição da Sugar Foods e consequentemente, a empresa será responsável também por distribuir os produtos da Jealsa dentro do território americano.

No Brasil, como a legislação exige que seja uma empresa brasileira, nasceu com nome de Crusoe Foods, lançando a marca de pescados Robinson Crusoe e vendendo também os produtos da Fresh Goumert, que são os produtos da Sugar Foods.

 Com escritório em São Paulo, a empresa também terá centros de distribuição em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre - todos com operadores logísticos.

“Hoje nossos principais concorrentes são Gomes da Costa, Coqueiro e  Femepe, que são os três maiores. Gomes da Costa e Coqueiro detém mais ou menos 65% deste mercado, enquanto a  Semepe tem de 8 a 10%”, comenta Sidnei Rosa, gerente geral da Crusoe Foods.

O grupo Crusoe Foods tem a pesca própria, registro de controle de qualidade, pesca feita com vara e não com cerco, justamente para preservar a natureza.

A fábrica em Rio Grande já está funcionando, onde pesca o atum, dissera, congela e vende em embalagens de 10kg e 20kg. “Estamos montando o maquinário para poder envazar, não apenas atum, mas também sardinha, onde deve começar a funcionar em novembro deste ano. Portanto, teremos a produção nacional e também a oportunidade de importação. Vamos trabalhar com mexilhões, salmão, vindos da fábrica do Chile, que também é nossa”, explica Sidnei.


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